A gente vai passando por elas quase no automático – sem darmos conta de que, antes mesmo de entrarmos, já estamos sendo ensinados pela vida

 

Eu me perguntei, uma vez, sobre como algumas podiam ser tão bonitas, mas inacessíveis. Tipo decorativas. E eram atraentes, mas não dava para atravessar.
Tinha algum peso, algum encosto, algum enfeite que impedia. Tipo superficiais, mesmo. E tive pena. Mas entendi sua funcionalidade naquele momento: eram bonitas, mas eram só uma passagem pelo meu caminho. Tipo valeram uma foto, talvez. E só.
Outras estavam sempre abertas, mas nem sempre valia a pena acessar o conteúdo.
Mas as mais intrigantes, talvez, foram as fechadas. Porque algumas destas não permaneceram fechadas, e só foi possível descobrir isso com o tempo – e com a rotina de passar pelos mesmos caminhos.
Acho que a maioria valeu. Não porque permitiram acesso a lugares maravilhosos. Mas porque, com um pouco de consciência, dá para passar por todas e descobrir qual vale a pena entrar. Em portas & amizades. 🍃 [abaixo, fotos tiradas em Cabo Frio]

Qual é o seu tipo de porta preferida? Já se surpreendeu com amizades?