Criar, gerenciar e atualizar um blog pode ser tarefa complicada e, apesar disso, cresce o número de pessoas interessadas em ter um espaço na internet para ‘chamar de seu’. A popularidade dos blogs trouxe, consigo, um novo apelo: os talentos e as pessoas que, além de aproveitarem o conteúdo facilitado da internet, desejam seguir o mesmo caminho que tantas outras escolhem: o ‘ser blogueira (o)’.

Para mim, a chave da criação e manutenção de um espaço online – site, blog, twitter, fanpage… – está atrelada a três aspectos fundamentais: o conteúdo, a identidade visual e o público alvo.
• Foque no conteúdo: um bom site busca dicas e informações diferenciadas, que consiga atrair o gosto do público pela funcionalidade e utilidade.
• Visual e fotografia: além da importância de estabelecer temas e conteúdos interessantes é necessário cuidar da identidade visual do blog ou site – investir em fotografias e artes que representem, visualmente, aquilo que se fala. O apelo à arte (cores, layout, logotipo, imagens que serão inseridas no post) são elementos muito importantes de ‘atração’ (sendo, muitas vezes, o ‘cartão de convite’ ou ‘porta de entrada’ para o site/ blog).
• Quem me lê?: descobrir o público alvo (e estar próximo dele) é uma maneira de evoluir. Dialogando com os interesses e as sugestões de quem segue o seu trabalho é possível tirar ideias para qualificar o conteúdo – focar em temas que têm boa aceitação, modificar TAGs, investir mais (ou menos) em um assunto…
Para auxiliar essa caminhada, a produtora de conteúdo da Farfetch (empresa global que reúne mais de 300 Boutiques), Laryssa Mariano, produziu um infográfico com ‘dicas infalíveis’ para quem pretende ‘soltar a voz (!)’ em um espaço próprio na internet. Afinal, o que as blogueiras têm a dizer àquelas que desejam criar o seu próprio canal de informação? Acompanhem as dicas! ♥ 
Infográfico// Farfetch

O que vocês mais gostam de ver e ler em um blog? Qual seria a sua dica infalível de blogueira(o)?
Deu-lhe uma razão para ela escrever suas próprias palavras, para ver que as palavras também lhe tinham dado vida. (Markus Zusak, trecho do livro ‘A menina que roubava livros’, página 455)