Nós (geralmente) percorremos o mesmo caminho. Se essa não é uma realidade entre as ruas ou avenidas do seu dia, que modificam-se sempre, pode estar relacionada a rotina pessoal: seguir os mesmos hábitos e as mesmas práticas. Não há nada de errado com a rotina. O problema é que, mesmo repetindo alguns costumes (o que permite certa comodidade), ela – a rotina – pode não trazer a paz. Nós temos, então, que nos condicionar a uma nova ação, caminho ou atitude. Busca-se a chave para a renovação.
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Chuva, plantas e paz (além de chá bem quentinho, please!)
As leituras do mês têm sido intercaladas por crônicas (Martha Medeiros) e distopia (o – ainda – Fahrenheit 451). Além desses títulos, vez ou outra leio alguns livros que estão de segundo plano, na cabeceira.
Descoberta da semana. Se só me restasse uma hora de vida, do filósofo francês Roger-Pol Droit. Esse pensamento, tão urgente e profundo, surge em algum momento da vida de cada um de nós e coloca em perspectiva todas as nossas prioridades e problemas. Mas e se essa fosse mais do que uma simples suposição? E se tivéssemos, de fato, apenas mais uma hora? 
Roger-Pol Droit propõe neste livro um exercício radical, decisivo, que vale todas as lições de filosofia e sabedoria. De forma brilhante, o autor nos faz mergulhar em nossa própria consciência, para que, ao fim, possamos descobrir o que é essencial para nós.
E se você também tivesse apenas um breve momento para fazer um balanço, lembrar-se, encontrar aquilo que mais importa? E se só restasse uma hora para esquecer as ilusões e, finalmente, viver?
Gastronomia. Um dos trabalhos da faculdade de jornalismo está relacionado à Gastronomia, o que tem sido alvo de estudo e exploração: entrevistas com chefs e restaurantes (depois eu conto mais detalhes).
Miscelânea. fofurices, suco verde e… Academia (foco)!
Música da semana